quinta-feira, 7 de maio de 2015

A LENDA DE JOSUÉ.
UM ASSASSINO SÁDICO
E LADRÃO DE TERRAS.

== 5ª. Parte ==

LADINOS FINGINDO-SE DE ROTOS ESFOMEADOS
ENGABELAM OS "PODEROSOS" ISRAELITAS. 

      O Leitor deve estar um tanto cansado e enojado de tanto sangue a se derramar nas postagens anteriores que retrataram as peripécias do personagem Josué.  Destituído de agudeza de inteligência, de percepção, de compreensão, só lhe resta acatar os ditames do ator principal nesta trágica comédia: o senhor, o "Pai de Israel", o não-impoluto Mágico Iavé e a sua incapacidade de comoção, alimentada por sua patológica perseverança na vingança e no ódio.
Dessa forma, não nos resta outra opção a não ser nos revolvermos nas imundas poças sanguinolentas, se quisermos ser fiéis aos textos do embolorado livro
    Assim é que após a invasão da cidade de Hai, a matança de sua população a fio de espada (homens, mulheres, idosos, crianças), "ao todo foram 12 mil" como relatam os funestos versículos 24 e 25 do capítulo 8; e após "roubarem o gado e espoliarem todo o tesouro da cidade, e incendiarem-na, conforme a palavra do senhor que tinha ordenado a Josué", segundo os mesmos versículos.
    Após essa barbárie tal qual Jericó, os israelitas se lançaram a um imoderado desespero: "E AGORA QUE IRÁ SER DE NÓS?"  E começaram a emitir seus viciados procedimentos: se puseram a rasgar as roupas, cobrir as cabeças de pó e enfiar as caras na terra. Estavam todos desvairados, angustiados, aflitos em desembainhar suas espadas e embeberem-nas em sangue, porém não pouco. Não lhes importava para tanto morrer, serem imolados, esticarem as canelas. 
O SENHOR  E O  SEU 
SEMPRE BENEPLÁCIDO  DESVELO
PARA COM OS SEUS FILHOS   
    Não obstante a confrangedora puerilidade, ouvira-se um leve sussurro, um esboço de um som produzido em alguma outra laringe, pelo ar que saía  de outros pulmões e de outras bocas  que não as dos quase 45 mil guerreiros israelitas e de seu chefe-imediato Josué; logo o leve sussurro se fez mudar em um murmúrio, fraquinho, é verdade, mas audível o suficiente para se perceber que se tratava de uma queixa, uma lamentação à meia voz:
-- "Eu sou o senhor, seu deus, que tirou seus antepassados do Egito pelas mãos do meu servo Moisés. Vocês estão esquecidos, seus ingratos? Fiz secar um mar vermelho, fiz sair água de pedras brutas, fiz cair pães do nada, fiz misérias do chamado impossível e do mais-que-impossível e, por isso, rotulado impiedosamente de Mago, Feiticeiro, Encantador, Mágico, e por aí afora.  Mas em contra partida, fui adorado, venerado, idolatrado, cultuado, referenciado, e mais outros ados e mais ados.
-- "E o que pedi em troca?  Um simples altar de pedras com uns tantos animais à la manière de churrasco erigido  pelo meu servo amado Moisés, com dedicação e amor para que eu me estatelasse em sensações de intenso prazer".
    Foi quando Josué tomou as dores dos seus quase 45 mil guerreiros, levantou a cara do chão, e berrou em alto bom som:
-- "Porra, senhor!... Que é que a gente tem que fazer, para acabar com essa sua lenga-lenga, essa sua lamúria tal qual uma rosca sem fim?  Uma porcaria de um altar, tal qual o do Moisés?"
Sem se abalar, sem levantar sequer um sobrolho, o Mágico Iavé respondeu:
-- "Sim, meu rapaz.  Levante-me um altar, e deixe o resto por minha conta, OK?"
Resignado, Josué fechou os 4 dedos da mão direita, deixou soerguido o polegar, e dirigiu o gesto para o Mágico Iavé, dizendo:
-- "Tudo OK, senhor".
Capítulo 8 (continuação)
Versículo 30 -- Josué construiu, então, para Iavé, Deus de Israel um altar no monte Ebal,
Versículo 31 -- conforme Moisés, servo de Iavé, havia ordenado aos israelitas, segundo o que está escrito no livro da Lei de Moisés: um altar de pedras brutas, sobre as quais nenhum instrumento de ferro tenha sido passado.  E sobre ele ofereceram holocausto a Iavé e apresentaram sacrifícios de comunhão.

Versículo 32 -- Josué escreveu sobre as pedras uma cópia da Lei que Moisés havia escrito diante dos israelitas.
Versículo 33 -- A seguir, Josué leu todas as palavras da Lei, as bençãos e maldições, conforme tudo o que está escrito no livro da Lei.
Versículo 34 -- Josué não omitiu nenhuma palavra que Moisés tinha ordenado.
Versículo 35 -- Leu tudo para a assembléia de Israel, inclusive para as mulheres, para as crianças e imigrantes que viviam com eles.
    O Mágico Iavé sorveu prazeirosamente o odor que lhe chegava às narinas dos animais esquartejados e colocados sobre as brasas do altar em uma esplêndida churrascada.
Não se pôde calcular quanto tempo houvera se passado até que as brasas se cobrissem de uma camada de cinza;  até que do cheiro das gorduras estorricadas só ficasse umas sobras insignificantes, um oco resquício.
O Mágico Iavé caíra em sono profundo, ressonando tão enfadonhamente que fizera entorpecidos todos os 45 mil guerreiros israelitas com suas 45 mil mulheres e concubinas.  Só Josué não conseguira pregar os olhos, extasiado com o feito de ter servido tão dedicadamente ao seu senhor. 
Nesse meio-tempo, --  como rezam os versículos 3, 4 e 5 do Capítulo 9 -- os moradores de Gabaon, ouvindo o que Josué fizera com Jericó e Hai, usaram de astúcia, se fingiram de embaixadores, e tomaram sacos velhos sobre seus jumentos e odres de vinho velhos, rotos e remendados; e nos pés sapatos velhos e remendados e vestes sobre si; e todo o pão que traziam para o caminho era seco e bolorento. 
     Essa narração enfadonha, de infantil debilidade, folhetinesca, segue em frente até o versículo 27 para servir de abertura à opereta bufa denominada Capítulo 10.
    O séquito dos fantasiados moradores de Gabaon aproximou-se sorrateiramente do acampamento dos israelitas. Foi quando Josué tendo aguçado os ouvidos para o rumorejo que vinha de um caminho abaixo do local onde se encontrava, e inclinando-se sobre o altar de pedras que houvera construído viu aquela fila de desprezíveis farrapeiros. Em um salto, colocou-se ainda que desajeitadamente diante daquela populaça.
-- Alto lá! -- berrou.  Quem são vocês, seus imundos esfarrapados? Saibam que isso aqui em Guilgal é MEU acampamento... e do meu povo Israel. E por ser nosso, não se aceita outrem
Dito isto, sacou da espada ainda suja de sangue seco, entretanto ardente, a colocou em riste, e franziu o cenho para demonstrar mais autoridade como lhe ensinaram.
-- Quem são vocês?!... Vamos, respondam logo! 
Então, um tipo franzino e de cara mais suja que os demais tomou a dianteira.  -- Somos habitantes de Gabaon, chefe... Quer dizer, senhor chefe.  Guarde sua espada, pois nós somos gente de paz.
Neste instante, umas dezenas de guerreiros israelitas acordados que foram pelo alarido, aproximaram-se de Josué. 
Este continuou, sem muita determinação. E por não saber mais o que dizer, soltou o que  o incomodava sobremaneira: -- Vocês são circuncidados?  
O tipo franzino depois de olhar de esguelha para os companheiros mais próximos, respondeu um tanto áspero, escabrosamente, e com uma boa pitada de cinismo. -- Se é isso que estou pensando, não nos venha com essa conversa mole, chefe. -- Fez uma pausa, e com um muxoxo continuou com uma rigidez cadavérica que assustou Josué:
-- Nos acolha, ou nos despache sem mais demora!
Um outro que se encontrava ombro a ombro com o franzino, como se siameses fossem, jogou o queijo para frente como um tique de nascença e ponderou BIBLICAMENTE:   
Versículo 6 -- "Estamos chegando de uma terra distante. Façam aliança conosco".
Versículo 7 -- Os israelitas responderam: "Certamente vocês vivem aqui perto. Como podemos fazer aliança com vocês??!"
Versículo 8 -- Eles se dirigiram a Josué: "Somos seus servos". 

Josué insistiu: "Quem são vocês e de onde estão vindo?"
Versículo 9 -- Eles reponderam: "Seus servos vêm de uma terra muito distante, por causa do nome de Iavé seu Deus, pois ouvimos falar da fama dele e de tudo o que realizou no Egito.
Versículo 10 -- "Sabemos de tudo o que ele fez aos dois reis. Sabemos de Jericó e Hai.
Versículo 11 -- "Nossos anciãos e o povo de nossa terra nos aconselharam: 'Peguem provisões para o caminho e vão ao encontro deles, e façam a proposta de se tornarem servos deles'.  Portanto, façam aliança conosco.
Versículo 12 -- "Vejam o nosso pão: estava quente quando pegamos em nossas casas, no dia que partimos para vir até vocês; 
e agora aqui está ele, seco e esmigalhado. 


Versículo 13 -- "Estes odres de vinho eram novos quando os enchemos; e agora aqui estão, todos rasgados.  

Nossas roupas e sandálias estão gastas por causa do longo caminho que fizemos".

Versículo 14 -- Os sacerdotes e oficiais israelitas experimentaram as provisões: os pães ázimos e os odres de vinho. Entretanto, não consultaram Iavé.
Versículo 15 -- Josué os tratou pacificamente e fez aliança com eles, comprometendo-se a respeitar-lhes a vida. E os sacerdotes, os oficiais e os responsáveis pela congregação também prestaram um juramento honrando-lhes suas vidas.
Versículo 16 -- Três dias depois de terem feito aliança com eles, ficaram sabendo que eram seus vizinhos e que viviam perto,
Versículo 17 -- pois os israelitas partiram e chegaram 3 dias depois às cidades deles: Gabaon, Cafira, Berot e Cariat-larin.
Versículo 18 -- Os israelitas não os atacaram, porque os os superiores e responsáveis pela comuna lhes prestaram juramento por Iavé, Deus de Israel.  Por isso, todo o povo resmungou contra aqueles que juraram respeitar as vidas dos gabaonitas, os ladinos e aproveitadores gabaonitas.
Versículo 19 -- Então os responsáveis explicaram à comunidade: "Nós fizemos a eles um juramento por Iavé, Deus de Israel, e por isso agora não podemos tratá-los mal". 
Versículo 20 -- Disseram ainda o seguinte: "Respeitaremos a vida deles, para que não nos aconteça um castigo, por causa do juramento que já fizemos a eles".
Versículo 21 -- Os responsáveis então decidiram: "Eles ficarão vivos, mas se tornarão  rachadores de lenha  
e carregadores de água para toda a comunidade".  Todos concordaram com a proposta dos responsáveis.
Versículo 22 -- Então Josué mandou chamar os gabaonitas e lhes disse: "Por que vocês nos enganaram, dizendo que vinham de longe, quando na verdade moram perto de nós?

Versículo 23 -- "pois bem! Daqui para frente vocês serão malditos. Não deixarão de ser escravos, rachando lenha e carregando água para a casa do meu Deus".
Versículo 24 -- Eles responderam a Josué: "Nós, seus servos, fomos informados de que Iavé seu Deus tinha garantido a Moisés que entregaria a vocês toda a terra e exterminaria, diante de vocês, todos os habitantes.  Nós tememos muito pela nossa vida, e por isso agimos assim.
Versículo 25 -- "Agora estamos em suas mãos: trate-nos conforme lhe parecer melhor e justo".
Versículo 26 -- E Josué tratou-os como havia combinado.
Versículo 27 --  Nesse dia, Josué os colocou como rachadores de lenha e carregadores de água a serviço da comunidade e do altar de Iavé, no local escolhido por Iavé, até o dia de hoje.
A estória acima nos dá conta de alguns habitantes de uma cidade denominada Gabaon.  Como vimos, os "ilustrados" sacerdotes que a redigiram, quando estiveram em cativeiro na Babilônia, não dizem o número deles, nem quantos permaneceram em Gabaon.
Isso, claro, não tem importância alguma.  Ou tem para que possamos confirmar as incongruentes cretinices redigidas.  Outro exemplo: eles falam em outras cidades, além de Gabaon, por exemplo Cafira, Berot, e Cariat-Iarin, no entanto toda a elaboração da estória em pauta, bem como a vindoura expressa pela capítulo 10 e seus devidos versículos, é feita tão somente em citações de Gabaon.  As demais cidades "deixam de existir".
Mas, Caro Leitor, esqueçamos essas firulas. 
Vamos nos preparar para a próxima postagem!
Nela Josué e seus 45.000 "bravos" guerreiros (ou alguns a mais ou a menos) irão derrotar inicialmente 5 reis, depois 7, para ao fim de tudo aniquilar 31, é isso mesmo: TRINTA E UM reis.  
Nesta epopeia sanguinolenta eles vão contar com o Mágico Iavé.  O "Pai de Israel " atirando PEDRAS e tudo o mais.
Vamos lá!





sexta-feira, 1 de maio de 2015



A LENDA DE JOSUÉ.
UM ASSASSINO SÁDICO
E LADRÃO DE TERRAS.

== 4ª. Parte ==
A CONQUISTA  e  DESTRUIÇÃO  de  HAI. 


    Como vimos na postagem anterior, o ataque inicial à cidade de Hai resultou em um pavoroso fracasso, na concepção do maníaco assassino sádico e ladrão compulsivo de terras, Josué.  Segundo consta do amontoado de versículos do mofado capítulo 7 de seu engabelador Livro, o tal do Josué foi mal informado pelos espiões que houvera mandado à cidade de Hai, calculara erroneamente o poderio daquele reino, e assim achou por bem despachar uns 3.000 guerreiros dos mais ou menos 45.000 que compunham o seu plantel.
   Os versículos 7 e 8 dão ciência que os 3.000 "tiveram que fugir diante dos habitantes de Hai" , os quais "mataram 36 guerreiros israelitas".
   Isso foi o suficiente para o Josué rasgar suas vestes, cobrir a cabeça de pó e enfiar o rosto na terra, como era costume lá deles.  Levou uma descompostura do senhor Mágico Iavé que, indecorosamente, informou que a tal derrota deu-se em decorrência de que alguém houvera se apoderado de algumas peças do tesouro pilhado de Jericó e que -- vejam só -- escondera-o.  Como sabemos, o resultado dos saques das cidades conquistadas, uma pequenina parte destinava-se ao exército de israel e a maior, ABSOLUTAMENTE MAIOR, ao próprio Mágico Iavé.
   O desfecho daquela esdrúxula história foi a sentença dada pelo Mágico Iavé a um pobre coitado que atendia pelo nome de Acã. O destemperado Pai de Israel vingou sua frustração pela insignificante derrota do mísero exército e aplacou sua eterna patológica IRA, mandando
apedrejar e queimar ainda vivos: Acã, seu pai e sua mãe, sua esposa, seus filhos e suas filhas, seus bois, seus jumentos e suas ovelhas.  E mais ainda -- como rezam os versículos 24, 25 e 26 do malfadado capítulo 7 --  sua tenda e as peças do seu parco "roubo": umas moedas de prata, um ínfimo lingote de ouro e uma imprestável capa mesopotâmica. 
    Findo esse macabro fratricídio, muito próprio do Mágico Iavé, deu-se a conquista e a destruição de Hai. Segunda cidade no roteiro do assassino sádico e ladrão de terras -- um amado Filho de Israel: JOSUÉ.
   Vamos dar sequência à essa Festa de Horrores.
         
Capítulo 8 -- (Hai é tomada e destruída).

     Os nossos Estimados Leitores estão lembrados que em nossas postagens anteriores o fenomenal Mágico Iavé, quando se dignava a fazer-se presente aos Filhos, o fazia ou em carne e osso, como acontecera a Adão e Eva, ou travestido de anjo como com Abraão e Sara, 
ou em colunas de fumo acompanhadas de raios e trovoadas, 
como o fizera com Moisés e companhia.
Agora ele se faz presente com sua voz 
inconfundível pela a idiossincrasia do ciúme, da ira e da vingança. 



E neste exato momento, isto é, quando ainda fumegavam os restos de Acã, de seus parentes e de seus parcos haveres; neste exato momento ele, o impoluto Mágico Iavé dirige-se ao Josué, empertigando-se em seu ápice.
Versículo 1 -- Iavé disse Josué: "Não tenha medo e não se acovarde.  Leve com você todos os guerreiros. Levante-se, e suba contra Hai.  Veja!  Eu estou entregando em suas mãos o rei de Hai, junto com o povo, a cidade e a terra dele. 
Versículo 2 -- "Faça com Hai e o seu rei o que você como você fez com Jericó e o seu rei.  VOCÊS PODERÃO PEGAR PARA SI OS DESPOJOS E O GADO. (o grifo é nosso; a "sugestão" é do Mágico Iavé, certo?) 
"Preparem uma emboscada contra a cidade, por trás dela". ( com tal tática de guerra, o sábio Mágico Iavé ultrapassou em estratagema  Genghis Khan,  Alexandre Magno, Júlio Cesar, Napoleão Bonaparte, Rommel; para ficarmos nesses.)
Versículo 3 -- Josué é os guerreiros se prepararam para atacar Hai.  Josué escolheu 30.000 guerreiros valentes e os enviou  durante a noite,
Versículo 4 -- ordenando: "Atenção! Preparem uma emboscada atrás da cidade e fiquem de prontidão.
Versículo 5 -- "Eu e o meu pessoal nos aproximaremos da cidade, e quando eles saírem ao nosso encontro como da primeira vez, nós vamos fugir deles.

Versículo 6 -- "E eles vão nos perseguir; assim os atrairemos para longe da cidade, pois pensarão: 'Estão fugindo de nós como da primeira vez'.
Versículo 7 -- "Então vocês sairão da emboscada e se apossarão da cidade. Iavé, seu Deus, entregará a cidade nas mãos de vocês.

Versículo 8 -- "Depois de tomar a cidade, vocês a incendiarão, agindo de acordo com a palavra de Iavé. Vejam que isso é uma ordem!"
E assim, os comandados de Josué, obedeceram às ordens do seu deus pela boa de seu chefe.  Afinal, era uma guerra mais do que "santa"; era uma guerra que buscava apagar a morte dos 36 guerreiros quando do anterior enfrentamento desastroso.
A riqueza dos detalhes está exposta nos versículos 9 até o 22, e longe estamos nós de fazer essa imundice nos cacetear mais. Só iremos ressaltar o que fora feito dos guerreiros, do povo (entenda-se: homens, mulheres, idosos, crianças, recém-nascidos), e -- claro -- do rei de Hai.  
Versículo 22 -- (...) Os soldados e o povo de Hai ficaram encurralados entre os israelitas, que os derrotaram, a ponto de não sobrar nenhum sobrevivente ou fugitivo. 
Versículo 23 -- O rei de Hai foi capturado vivo e levado a Josué.
Versículo 24 -- Quando Israel terminou de matar todos os habitantes de Hai no campo, no deserto onde eles haviam perseguido, e depois que todos caíram ao fio da espada,


os israelitas voltaram para Hai e PASSARAM AO FIO DA ESPADA TODA A POPULAÇÃO. (o grifo é nosso.)  

Versículo 26 -- O total dos que caíram nesse dia, ENTRE HOMENS E MULHERES (IDOSOS E CRIANÇA, também),Sentre homens e mulheres, foi de 12 mil, isto é toda a população de Hai. (o grifo é nosso.)  

Versículo 27 -- Entretanto, israel tomou como saque o gado e  os despojos dessa cidade, como Iavé havia ordenado a Josué.

Versículo 28 -- Josué incendiou Hai e a reduziu para sempre a um monte de ruínas, que permanece até o dia de hoje.

Versículo 29 -- Quanto ao rei de Hai, mandou pendurá-lo numa árvore até o entardecer.

   Ao por-do-sol, Josué mandou que retirassem o cadáver. E jogaram o cadáver à porta da cidade e levantaram sobre ele um montão de pedras, que permanece até o dia de hoje.

   E assim, Estimados Leitores, chegamos ao término dessa lamentável história, recolhida das páginas
mofadas, e sempre emporcalhadas fétidas à sangue, do mal-afamado livro de nome "Josué".
O que nos cabe, por último, é ressaltar a postura sempre estoica do Mágico Iavé. 
Confiram, conosco, sua forte e retumbante  voz proclamando a assertiva de sua predileção:
Fiquem todos avisados!... Quem mais fizer, me pagarão as consequências!... E muito bem pagas!... EU SOU O SENHOR!

   Até a próxima postagem, Amigos.












segunda-feira, 27 de abril de 2015


A LENDA DE JOSUÉ.
UM SÁDICO SANGUINÁRIO  e  LADRÃO 
DE TERRAS.
== Parte 3 ==
A DESENFREADA
IRA
DO MÁGICO IAVÉ 
A UM INGÊNUO INCASTO

FILHO DE ISRAEL.



Desta feita a coisa deu-se assim.  Um motivo banal.
O furto de algumas peças oriundas da pilhagem de Jericó, e como destinadas ao aumento do tesouro do Mágico Iavé. 
A vítima: um desafortunado Filho de Israel que atendia 
pelo nome de Acã. 
Agora, Estimados Leitores, vamos mais do que 
depressa lançar mão dos textos oficiais, antes que alguns religiosos, boçais e  fanáticos, nos lancem as mesmas pedras que vitimaram o Acã.

LIVRO DE JOSUÉ
Capítulo 7
Versículo 1 --  Os israelitas cometeram um ato de infedilidade quanto às coisas consagradas ao Senhor:  Acã, filho de Carmi, neto de Zabdi, bisneto de Zaré, da tribo de Judá, se apossou de coisas consagradas.  E a ira de Iavé se acendeu contra os filhos de Israel.
Versículo 2 -- De Jericó, Josué mandou alguns homens até Hai, que está perto de Bet-Áven, ao leste de Betel, e lhes ordenou: "Subam para espionar a terra".  Os homens subiram e espionaram Hai.
Versículo 3 -- Voltando a Josué, lhe disseram: Não é preciso que todo o povo suba; bastam dois ou três mil homens para conquistar Hai.  Não é necessário cansar todo o povo porque eles são poucos".
Versículo 4 -- Então foram para Hai cerca de três mil homens do povo, mas tiveram que fugir diante dos habitantes de Hai.
Versículo 5 -- Os homens de Hai mataram trinta e seis deles e perseguiram os outros desde a porta da cidade até Sebarim.  O coração do povo se derreteu e ficou como água.
Versículo 6 -- Então Josué rasgou as suas vestes e se prostrou com o rosto por terra diante da arca de Iavé até o entardecer, 

ele e os anciãos de Israel; e jogaram pó sobre suas cabeças. 
   Agora, os Estimados Leitores prestem atenção à lamúria do sanguinário e ladrão Josué, como se fora um bebê chorão:
Versículo 7 -- E disse Josué:  "Ah! Senhor Iavé! Por que fizeste este povo atravessar o Jordão?  Foi para nos entregar na mão dos amorreus e nos fazer perecer?? Oxalá nos tivéssemos nos contentado em ficar do outro do Jordão!"
     O lengalenga enfadonho, a ladainha chorosa indicava não um fim.  Mas, marotamente Josué olho pelo canto de um dos olhos e observou que o Mágico Iavé batia com um dos pés no chão, indicando irritação.  Então, o sádico ladrão buscou mudar o tom da choradeira. E, cinicamente, ocultou do Mágico Iavé que fora ele próprio que não soube valorar o poderio e a sagacidade dos defensores de Hai. Isto significa que além de assassino e ladrão, o tal do Josué era um tremendo salafrário; senão apreciemos o desenrolar da patética peça teatral.
Versículo 8 -- "Perdão, Senhor!  O que vou dizer, depois que Israel virou as costas diante dos inimigos?  
Versículo 9 -- "Os cananeus e todos os habitantes da terra vão ouvir isso, farão um cerco contra nós e apagarão o nosso nome da terra! (Nesse ponto do choro-chorô , o salafrário Josué conhecedor da gigantesca vaidade do Mágico Iavé -- defeito esse que o fazia se melindrar com facilidade -- foi direto à ferida, dizendo mal disfarçando a ironia) "E o que farás tu com teu grande nome?" 
   O Mágico Iavé deu de ombros ao que Josué concebia fosse irritá-lo.  No fundo, no fundo ele estava era um tanto enjoado, enfastiado com esta sua nova laia de Filhos. Tão diferentes do Adão e da Eva; do dedicado Noé (um tanto questionador, é verdade, mas sempre resoluto);  do servil Abraão; lembrou-se mesmo -- até com uma pontadinha de saudade que quase lhe faz marejar os olhos -- do intrépido Moisés. "Aquele tinha a minha fibra; uns fiapos, é verdade, mas a carregava consigo".  Pensou o Mágico Iavé, antes de empertigar-se todo, e a retomar ares de sua indefectível soberba.        

Versículo 10 -- Então, disse Iavé a Josué: "Levante-se.  O que você está fazendo aí prostrado, com o rosto enfiado na terra?
Versículo 11 -- "Israel pecou, e até transgrediram aliança que eu havia estabelecido, e também mentiram, e até furtaram parte do tesouro a mim destinado,

e até debaixo de sua bagagem o puseram.  
Versículo 12 -- "Por isso os israelitas não poderão resistir aos inimigos: fugirão dos inimigos, porquanto estão amaldiçoados. Não ficarei no meio de vocês, se não fizerem desaparecer do meio de vocês quem causou a transgressão à minha aliança; à mim.  
   Não obstante ter extravasado a sua indignação, o Mágico Iavé refletiu, refletiu e acabou por passar umas instruções ao Josué, instruções essas que são expostas desde o versículo 13 até o versículo 18.  Em resumo, nada mais são do que as já por demais conhecidas frivolidades do Mágico Iavé.  Fez com que o abestalhado Josué fizesse desfilar diante de si, uma a uma, as 12 famigeradas tribos de Israel, para que ele -- o Mágico Iavé "lançasse a sorte" primeiro por tribo, depois por clã, depois por família, e por fim por pessoa. Como podemos perceber, Estimados Leitores, uma asneira do Mágico Iavé objetivando fazer de tolos os seus Filhos e eximir-se de uma futura acusação de criminoso ao apontar, diretamente, o gatuno do seu "sagrado" tesouro. Apesar da gigantesca tolice, sua sentença crudelíssima não conflituava com os seus traços abjetos, com sua personalidade transbordante de ÓDIO, como é exposto no versículo 15:
Versículo 15 -- (Diz Iavé, o Deus de Israel)  "Quem for indicado por sorte como responsável pela coisa consagrada, será QUEIMADO VIVO COM O QUE POSSUI, porque violou a aliança de Iavé e cometeu uma infâmia em Isarel".
    E depois das eliminações devidas, a "sorte" caiu sobre o israelita ACÃ, filho de Carmi, neto de Zabidi, bisneto de Zari, da tribo de Judá.
     Então Josué dirigiu-se a ele buscando imprimir em sua voz suavidade e doçura -- um contraste berrante aos costumários berros e imprecações:
Versículo 19 -- "Meu filho, dê glória a Iavé, Deus de Israel, e apresente-lhe a confissão. Conte-me o que foi que você fez, e não me esconda nada".
Versículo 20 -- Acã respondeu a Josué: "É verdade. Eu pequei contra Iavé, Deus de Israel, pois fiz o seguinte:
Versículo 21 -- "entre os despojos, vi uma capa babilônica muito bonita, 200 moedas de prata e uma barra de ouro que pesava meio quilo; eu os cobicei e peguei.

Estão escondidos no chão, no meio de minha tenda, com a prata por baixo".
       De posse desta confissão, o ladino Josué mandou alguns homens correndo à tenda, e encontraram as tais coisas afanadas do tesouro pertencente ao Mágico Iavé, estando a prata por baixo, tal como havia dito Acã .   Babando de felicidade, eles pegaram os objetos e os levaram a Josué e a todos os israelitas, colocando-os diante de Iavé. 
    Assim rezam os Versículos de número 22 e 23. Vejamos, agora, os seguintes.  
Versículo 24 -- Josué então pegou Acã , bisneto de Zaré, com a prata, a capa e a barra de ouro, bem como seus filhos e filhas, seus bois, jumentos e ovelhas, sua tenda e tudo o que possuía.  Em companhia de todo o Israel, fez que subissem ao vale de Acor,
Versículo 25 -- e Josué lhe disse: "Você nos desgraçou. Por isso, hoje mesmo IAVÉ DESGRAÇARÁ VOCÊ". Então todo Israel apedrejou Acã  e todos os seus familiares e pertences.


E depois de apedrejá-los, os queimaram a fogo



Versículo 26 -- Em seguida, levantaram sobre eles um montão de pedras, que permanece até o dia de hoje.
FOI ASSIM QUE IAVÉ APLACOU O FUROR DE SUA IRA.


Por isso, esse lugar se chamou vale de Acor, até o dia de hoje.

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terça-feira, 14 de abril de 2015

A LENDA DE JOSUÉ.

UM SÁDICO SANGUINÁRIO  e  LADRÃO 

DE TERRAS.

== Parte 2 ==
A "QUEDA DA MURALHA DE JERICÓ.

Estimados Leitores, na postagem anterior nos deleitamos com o fado dos errantes hebreus divididos em 12 tribos, sua "deslumbrante" travessia do Jordão, a penitência esdrúxula imposta pelo Mágico Iavé (carregamento e estocagem das pedras do Jordão -- à título de nada, absolutamente de nada), o auxílio da interesseira prostituta Raab, uma retomada ao uso da "maravilhosa" planta  mandrágora -- cujos efeitos eram um misto de maconha, LSD (alucinógeno), Viagra, Cialis (afrodisíaco) -- altamente consumida por Jacó, Esaú, Lia e Raquel, bem como pelos sacerdotes que inventaram os textos do Pentateuco, quando dos seus cativeiros na Babilônia.
Nesta nova postagem, apesar da chatice do texto original mal-elaborado pelos antigos sacerdotes oligofrênicos, vamos "apreciar" novas peripécias sanguinárias, sádicas, praticando genocídios (não eram poupadas mulheres e crianças -- incluindo as recém-nascidas).  Tudo isso com o estímulo e a devida benção do Mágico Iavé. 


Vamos nos "extasiar" com os saques insaciáveis às cidades conquistadas, devidamente repartidos:  uma parte para os ladrões-assassinos, e uma parte para o próprio Mágico Iavé, GUARDADA na "encantadora" Arca da Aliança. 

Agora, nos preparemos para as gargalhadas e para os vômitos ao darmos continuidade à leitura dos textos oficiais, por suas hilaridades e, ao mesmo tempo, por suas INFÂMIAS.

LIVRO JOSUÉ

Capítulo 6 
   
Versículo 1 -- Jericó estava fechada e bem trancada por causa dos israelitas.  Ninguém saía e ninguém entrava.
Versículo 2 -- Iavé disse a Josué"Veja!  Eu estou entregando em sua mão a cidade de Jericó, junto com o rei e os soldados.
Versículo 3 -- Vocês, todos os guerreiros rodem a cidade de Jericó, dando uma volta ao redor. Façam isso durante 6 dias.
Versículo 4 -- Sete sacerdotes levarão 7 trombetas diante da arca; no sétimo dia deem 7 voltas em torno da cidade, os sacerdotes tocarão as trombetas.


Versículo 5 -- Quando for dado um toque longo e vocês ouvirem o toque da trombeta, todo o povo lançará o grito de guerra: as muralhas da cidade virão abaixo, e o povo a assaltará, cada um de seu lugar".
Versículo 6 -- Josué, filho de Nun, convocou os sacerdotes e lhes deu esta ordem: "Levem a arca da aliança; sete sacerdotes levem também 7 trombetas na frente da arca de Iavé".

Versículo 7 --  E em seguida disse ao povo: "Vão e rodeiem a cidade. Os guerreiros passem na frente da arca de Iavé".
Versículo 8 -- E foi feito como Josué havia ordenado.

Leitores Amigos: dos Versículos 9 até o 14  a panaceia enjoativa é a mesma; assim sendo, vamos dar um saltinho bíblico, certo?
Iremos, outrossim, efetuar alguns grifos para destacar as besteiras mais gritantes; ainda que proliferem de cada cabo a rabo em todos os versículos.
Vamos em frente!

Versículo 15 -- No sétimo dia, ao romper da aurora, levantaram-se e rodearam a cidade 7 vezes, do mesmo modo.  Somente no sétimo dia rodearam a cidade 7 vezes.
Versículo 16 -- Na sétima volta, os sacerdotes tocaram as trombetas.  Então Josué disse ao povo:  "Gritem, porque Iavé entregou a cidade para vocês. 

Versículo 17 -- A cidade, com tudo que nela existe será consagrada ao extermínio em honra de Iavé.  SÓ FICARÃO COM VIDA a prostituta Raab e todos os que estiverem com ela na casa, pois ela escondeu os mensageiros que enviamos.
Versículo 18 -- Quanto a vocês, cuidado com as coisas consagradas ao extermínio; não peguem aquilo que vocês consagraram ao extermínio.  Isso fará o acampamento de Israel se tornar consagrado ao extermínio, trazendo uma desgraça.
Versículo 19 -- Toda a prata, ouro, objetos de bronze e de ferro SERÃO CONSAGRADOS A IAVÉ e DESTINADOS AO TESOURO DE IAVÉ.

Um primor essa aloucada observação do tal de Josué, enfiada em sua goela a dentro pelos boçais sacerdotes redatores dos textos auto-considerados SAGRADOS quando dos seus exílios na Babilônia do Nabucodonosor.
Outra insensatez diz respeito ao destaque enfadonhamente repetido pelo ladão e assassino Josué quanto aos seus famigerados guerreiros NÃO PEGAREM O QUE FOI CONSAGRADO AO EXTERMÍNIO. Tal cretinice não faz nenhum sentido (como veremos a seguir no Capítulo 7 e seus estúpidos versículos), na medida que o Mágico Iavé já "sabia" que um de seus amados FILHOS DE ISRAEL iria se apossar de alguns quilinhos de ouro, prata e uns tapetezinhos;  coisinhas de merda, enfim.  Claro está que o RAIVOSO, CRUEL e SÁDICO Mágico Iavé já "sabia".  E se não evitou a ação do infeliz FILHO SEU (veremos no Capítulo 7) foi puro e simplesmente para, mais uma vez, se lambuzar no gozo de sua IRA, CRUELDADE e SADISMO.
Vamos em frente, gente! 
Versículo 20 -- O povo lançou o grito e tocaram-se as cornetas. Ao ouvir o toque de trombetas, o povo deu um grande grito e a muralha da cidade veio abaixo.


O povo entrou para a cidade, cada um do seu lugar, e tomou a cidade.
Versículo 21 -- Consagraram ao extermínio tudo o que havia na cidade: homens e mulheres, jovens e velhos, vacas, ovelhas e burros; PASSARAM TUDO AO FIO DA ESPADA.


Nossa singela observação:  não houvera existido tantas situações horrendas, criminosas, execráveis -- todas ou geradas diretamente pelo nefasto Mágico Iavé, ou feitas por seus imbecilizados e dementes  "filhos" -- e mais este FRATRICÍDIO já não nos causaria repugnância.  
Completemos: fratricídio seguido de pilhagem como se segue. 
Porém, antes a infâmia da pseudo generosidade à prestativa colaboradora do Mágico Iavé:  Raab, possuidora de ilibada conduta meretrícia. (Vejam a postagem anterior desta magnífica historieta do tal lugar-tenente designado pelo Mágico Iavé.)
Versículo 22 -- Josué disse, então, aos dois homens que haviam espionado a terra: "Vão à casa da prostituta e a retirem daí, com tudo o que estiver com ela, conforme vocês lhe prometeram". 
Versículo 23 -- Os espiões foram e retiraram Raab, junto com o pai, a mãe, os irmãos e tudo o que ela possuía. Tiraram também todo o seu clã e o deixaram fora do acampamento de Israel.
Versículo 24 -- Incendiaram a cidade e tudo o que havia nela.

QUANTO À PRATA, O OURO, OS OBJETOS DE BRONJE E DE FERRO,  LEVARAM PARA O TESOURO DE IAVÉ.  (o grifo é nosso, por motivo óbvio)



Versículo 25 -- Josué conservou a vida da prostituta Raab, bem como a família de seu pai e tudo o que possuíam.  ELA PERMANECE NO MEIO DE ISRAEL ATÉ O DIA DE HOJE, por ter escondido os mensageiros que Josué tinha enviado para espionar Jericó.
Sejamos parcimoniosos, um tantinho só, Estimados Leitores.  Mas é de arrebentar (expressando um português claro e preciso) é de arrebentar qualquer CULHÃO, por mais forte e grande que seja! Consta lá, sim, no final do Versículo 25, não alteramos uma virgulazinha sequer, não alteramos merda nenhuma!  É de doer, mas está lá ipsis litteris: Ela (a Raab) permanece no meio de Israel até o dia de hoje. (!!!!!!!!)  Os tais redatores dos textos bíblicos não tiveram uma gotinha sequer de vergonha ao elaborá-los.  Pelo contrário, desmiolados cretinos que foram, ejacularam uma verborragia buscando o enaltecimento dos cognominados Filhos de Israel  e do seu "senhor", o Mágico Iavé. Esqueceram de raciocinar -- ou por esquecimento mesmo, ou por não possuírem a faculdade do raciocínio -- que o Homem evoluiria, social e intelectualmente, e que a História jamais permaneceria estagnada na Babilônia onde eles -- sacerdotes -- encontravam-se em cativeiro, e aonde rabiscavam asneiras objetivando suavizar suas penas.  O resultado disso é hoje RUMINADO pelos fanáticos seguidores católicos, protestantes e judeus.
Mas vamos finalizar todo essa imundice contida no Capítulo 6 de Livro Josué, como tal infectara os Livros que repassamos em nossas postagens anteriores, assim como irá exalar asquerosamente seus fedores.
Versículo 26 -- Nesse tempo, Josué fez um juramento: "Seja maldito por Iavé quem reconstruir esta cidade: os alicerces lhe custarão o primogênito e as portas lhe custarão o caçula".
Versículo 27 -- Iavé estava com Josué, e sua fama correu por toda a terra.

Maravilhosa a praga-juramento do Josué. Ironicamente, podemos afirmar que é um primor de asneira, a sua vociferação tingida de ódio, muito própria do assassino e desprezível surripiador que fora. 
Uma gigantesca idiotice!  
Jericó não só fora reconstruída como tornara-se uma próspera cidade com abundantes campos de cultivo ao seu redor fazendo-a atrativa para habitação humana. Ao longo de vários anos, Jericó foi enriquecida pela cultura grega e romana.
A região é um rico polo de desenvolvimento no estado palestino-judeu. 

Pelo o acima exposto, chegamos a uma conclusão:
-- O estúpido Josué, sem querer, veio colaborar com a criação do famoso ditado: 
PRAGA DE URUBU NÃO PEGA EM CAVALO GORDO. 

Até a próxima postagem, Estimados Leitores.