quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

A "ESPLENDOROSA" LENDA DE MOISÉS.
= Parte 4 =
A epopeia dos "fujões".

   Como vimos na postagem anterior, o gago Moisés e seu irmão Aarão conseguem do faraó Ramsés II 


Ramsés II - Museu de Louvre - Paris
autorização para partirem com uma parte do povo hebreu rotulado pelo Mágico Iavé como filhos de Israel.
    Sem pompa e circunstância, eles partiram.
    Era um manancial de gente impregnada de fétido suor dela própria somada ao cheiro das urinas e fezes dos cavalos, camelos, cabras e porcos.  (Sim; todos esses animais, pois, até então, de alguns deles ainda não se era proibido o consumo, como veremos depois as determinações graciosas do Mágico Iavé.
   Partiram.  
   Eles estavam -- depois de copularem mulheres e maridos, aquelas e aqueles com filhos e filhas, genros e noras, sobrinhos e sobrinhas, tios e tias, sogros e sogras, vizinhos e vizinhas de tenda e de tribo,  não se sabe há quantos dias e quantas noites, obedecendo fielmente a determinação do Mágico Iavé: Crescei e multiplicai-vos!  -- Eles estavam, como dizíamos, à beira de um mar. 
    O tal mar denomina-se Mar Vermelho. (Vejam mais abaixo detalhes desse mar magnífico, conhecido desde os memoráveis tempos em que os viajantes nômades efetuavam seus comércios na já palmeada "Estrada Real¨ -- Um pouco de História das Civilizações não causará nenhuma indigestão, salvo aos 72 sacerdotes que criaram essa historieta banal).
    Esse mar possui uma característica em suas marés. Rapidamente elas se esvão e... retornam, um tanto mais que as demais marés nos outros mares (ou oceanos).
     Quando Ramsés II chegou com suas pesadas tropas de carros e exércitos, a leva de hebreus já havia atravessado HORIZONTALMENTE o tal mar.  O exército egípcio, numeradamente pesado, quando chegou às margens do Mar Vermelho não conseguiu avançar, claro.
     O Mágico Iavé já havia feito "RETORNAR A MARÉ AO SEU ESTÁGIO NATURAL".
     Após esse momento "sublime", eis o que o Capítulo 15 do FAMOSO Exodus, enaltece.

Capítulo 15.
Versículo 1 -- Nessa ocasião, Moisés e os filhos Israel entoaram este canto à Iavé:
  "Vou cantar a Iavé, pois sua vitória é sublime:
    ele atirou no mar carros e cavalos.
Versículo 2 -- "Iavé é minha força e meu canto, ele foi minha salvação.  Ele é o meu Deus: eu o louvarei; é Deus de meu pai: eu o exaltarei.
Versículo 3 -- Iavé é guerreiro, seu nome é Iavé.
Versículo 4 -- Ele atirou no mar os carros e a tropa do Faraó, afogou no mar Vermelho a elite das tropas: 
Versículo 5 -- as ondas os cobriram, e eles afundaram como pedras.
Versículo 6 -- Tua direita, Iavé, é terrível em poder, tua direita Iavé, Iavé, aniquila o inimigo;
Versículo 7 -- com sublime grandeza abates teus adversários, desencadeias tua ira, e ela os devora como palha.

Esse cântico enaltecedor de uma das mais ditosa característica do Mágico Iavé -- a IRA -- é, segundo as besteiras escritas pelos 72 sacerdotes quando do Cativeiro da Babilônia,  apregoado à uma tal profetisa Maria, como reza os Versículos 20 e 21 do Capítulo 15 que estamos explorando.   
Vamos degustá-lo?

Versículo 20 -- A profetisa Maria, irmã de Aarão, pegou um tamborim, e todas mulheres a seguiram com tamborins , formando coros de dança.
Versículo 21 -- E Maria entoava: 
     "Cantem a Iavé, pois sua vitória é sublime:
       ele atirou no mar carros e cavalos".

Um primor, convenhamos.  
Uma exaltação ao Senhor da IRA; ao Senhor  da tentativa da ignorância, objetivando nos sufocar;
ao Senhor do NADA.

Agora, PARA ENCERRAR essa tão hilária e, ao mesmo tempo, arrancar a ignóbil máscara da tal travessia do Mar Vermelho, exaltada em prosa e verso nas enferrujadas páginas do futuro best-seller, vejamos alguns dados que a geografia nos mostra, hoje, sobre esse magnífico mar.

   ==  O Mar Vermelho (em árabe: Bahr el-Ahmar; em hebraico: Yam Suf ou Hayam Haadóm) é um golfo do Oceano Índico entre a África e a Ásia.   Ao sul, o Mar Vermelho comunica-se com o Oceano Índico pelo estreito de Bab el Mandeb e o golfo de Áden.
   À norte, encontram-se a península do Sinai, o golfo de Aqaba e o canal de Suez (que permite a comunicação com o Mar Mediterrâneo).
    O Mar Vermelho TEM UM COMPRIMENTO DE APROXIMADAMENTE 1900 km,  por uma LARGURA MÁXIMA de 300 km e uma profundidade máxima de 2 500 metros na fossa central, com uma profundidade média de 500 m, sua água tem um percentual de salinidade de aproximadamente 4% . 
    O Mar Vermelho é famoso pela exuberância de sua vida submarina, sejam as inúmeras variedades de peixes ou os magníficos corais.  
    A superfície do Mar Vermelho é de aproximadamente 450.000 km², com uma população de mais de 1000 espécies de invertebrados, de 200 espécies de corais e de ao menos 300 espécies de tubarões.
    As temperaturas na superfície do Mar Vermelho são relativamente constantes, entre 21 e 25 °C.   A visibilidade se mantém relativamente boa até 200 metros de profundidade, mas os ventos podem surgir rapidamente e AS CORRENTES SE REVELAREM TRAIÇOEIRAS. 
    A configuração do Mar Vermelho é devido à separação das placas tectónicas da África e da Península Arábica. O movimento começou há cerca de trinta milhões de anos e continua atualmente, o que explica a existência de uma atividade vulcânica nas partes mais profundas e nas margens.     Admite-se que o mar Vermelho transformar-se-á em um oceano, como propõe o modelo de John Tuzo Wilson.
    Atualmente o  Mar Vermelho é um destino turístico privilegiado, principalmente para os amantes de mergulho submarino.
    Os países banhados pelo Mar Vermelho são Arábia SauditaDjibutiEgitoEritreiaIêmenIsraelJordânia e Sudão.
Algumas cidades costeiras do mar Vermelho: AssabPort SoudanPort SafagaHurghadaSuezSharm el SheikhEilatAqabaDahadJeddahAl Hudaydah.
Ao contrário do que possa parecer, o Mar Vermelho, braço do Oceano Índico entre a costa da África e a Península Arábica, não tem esse nome por causa de sua cor.   De longe suas águas têm um aspecto azulado. Normalmente são também bastante límpidas, o que faz que a região seja utilizada para atividades de mergulho. A mais provável origem do nome são as bactérias trichodesmium erythraeum, presentes na superfície da água.   Durante sua proliferação elas deixam o mar com manchas avermelhadas em alguns lugares. Outra possibilidade são as montanhas ricas em minerais na costa arábica, apelidadas de "montanhas de rubi" por antigos viajantes da região.

=== O texto acima foi retirado da Wikipedia, a quem pedimos autorização para reproduzi-lo; e a quem agradecemos. ===


    AÍ ESTÁ, LOGO ABAIXO, UMA IMAGEM DO MAR VERMELHO CAPTADA POR UM DOS NOSSOS ATUAIS SATÉLITES.  Vê-se nitidamente o Rio Nilo à esquerda da imagem.

    Claro se torna que quando da inventada historieta pelos 72 sacerdotes, no Cativeiro da Babilônia, os ditos cujos  desconheciam esse mapa atual.
    
     O tal gago Moisés e seus FUJÕES ultrapassaram a parte mais estreita do braço do Mar Vermelho exatamente em sua maré vazante.
   
     Como dizemos hoje:  ESCAFEDERAM-SE.
     
     E para buscar a perpetuação da boçalidade registrada e, posteriormente, adulterada, ELES VAGARAM AO LONGO DE 40 ANOS!
    
     E cometeram as maiores atrocidades.  
     
     Claro, e sempre, sob as bençãos do IDOLATRADO Mágico Iavé.

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NAS PRÓXIMAS POSTAGENS:

*  A fonte de água viva;
*  O maná enviado pelo Mágico Iavé;
*  As tábuas dos 10 mandamentos;
*  A matança ordenada pelo Mágico Iavé de mais de 3.000 hebreus familiares do gago Moisés.

E -- claro -- com novas boçalidades e divertimentos para nos fazerem mijar de rir.



sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

A "ESPLENDOROSA" LENDA DE MOISÉS = Parte 3 =
As "famosas" 10 pragas e as suas desmistificações. 

Na postagem anterior, o mágico Iavé instruiu o gago Moisés a usar o seu poderoso cajado, e com a ajuda do seu irmão Aarão, bem como suas ditas infalíveis mágicas, lançarem 10 pragas sobre o novo Faraó Ramsés II
Escultura de Ramses II - Museu de Louvre - Paris

e o povo egípcio, objetivando a retirada do que el
e considerou seu amado povo: os filhos de Israel.

Vamos destrinchá-las, uma a uma,  à luz das atuais pesquisas científicas.
   Antes, vasculhemos as escritas primorosas que o mágico Iavé fez gravá-las. Vamos vasculhar o capítulo 7 do tal livro Êxodo.
Versículo 1 -- Iavé disse a Moisés: "Veja!  Eu faço você como um deus para o Faraó, e seu irmão Aarão será seu profeta.
Versículo 2 -- Você falará tudo o que eu mandar, e seu irmão Aarão falará ao Faraó, para que este deixe os filhos de Israel partir de sua terra.
Versículo 3 -- Eu, porém, vou endurecer o coração de Faraó, e multiplicarei sinais e prodígios no país do Egito
Versículo 4 -- O Faraó não vai ouvir vocês; e então, eu colocarei a minha mão em cima do Egito e tirarei do Egito os meus exércitos, o meu povo, os filhos de Israel, fazendo solene justiça.
Versículo 5 -- Desse modo, os egípcios saberão que eu sou Iavé, quando eu estender a minha mão em cima do Egito e fizer os filhos de Israel sair do meio deles.
Versículo 6 -- Moisés e Aarão fizeram exatamente o que Iavé tinha ordenado.
Versículo 7 -- Quando falaram ao Faraó, Moisés tinha 80 anos e Aarão 83.
Versículo 8 -- Iavé disse a Moisés e Aarão:
Versículo 9 --  "Se o Faraó pedir que vocês façam algum prodígio, você dirá a Aarão que pegue a vara de você e a jogue diante do Faraó; e ela se transformará em cobra."
Versículo 10 -- Moisés e Aarão se apresentaram diante do Faraó e fizeram o que Iavé lhes havia mandado.  Aarão jogou a vara diante do Faraó e seus ministros, e ela se transformou em cobra.
Versículo 11 -- O Faraó, porém, mandou chamar os sábios e o encantadores de cobras, e também eles, os magos do Egito, fizeram o mesmo com suas ciências ocultas:
Versículo 12 -- cada um jogou a sua vara e elas se transformaram em cobras.  No entanto, a vara de Aarão devorou as varas deles.
Versículo 13 -- Apesar disso, o coração do Faraó se endureceu e ele não fez caso de Moisés e Aarão, exatamente como Iavé havia predito.
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   Pronto, visitantes amigos;  está aí a transcrição desses versículos constantes -- ipsis literis --  no segundo livro do futuro best-seller denominado BÍBLIA.
   Agora, perguntamos: não é uma besteira total?  Uma estorieta da mais infantil de todas as estorietas que povoaram nosso mundo imaginativo quando tínhamos nossos saudosos anos de criança?
   O glorioso Mágico Iavé que criou em 6 dias o céu, a terra, o homem a partir de uma massa de barro e a mulher de uma de suas costela;  que condenou um tal de Caim ao ostracismo por não apreciar suas oferendas; que inundou com águas gloriosas a sua própria criação -- antes, obrigando um infeliz filho seu a sair catando milhões de machos e fêmeas deste insetos, répteis, aves, mamíferos e não mamíferos, para enfiá-los em uma arca pequeníssima e precária; o glorioso Mágico Iavé que por total imbecilidade destrói vários edifícios (rotulando-os de "torres que almejavam chegar aos seus CÉUS"); edifícios esses que nada mais eram do que  centros de observação  e de estudos, desenvolvidos por  uma civilização excessivamente superior aos seus "filhos" nômades; um estúpido Mágico que força um pai de filho único a sacrificá-lo para testar a sua fé... E tantas asneiras mais, sem deixar de citar a torrefação de Sodoma e Gomorra com suas infelizes mulheres e CRIANÇAS, inclusive as recém nascidas.
   
Esse gozador idiotizado não poderia, em um simples passe de mágica, "arrancar" seu amado povo filho de Israel do Egito, sem passar pelo vexame das tais PRAGAS, pueris e tolas, absolutamente desmistificadas à luz da Ciência.


Antes, nos perdoem os Caros Visitantes, se o senhor Mágico, como onisciente, onipresente, onipotente, deveria saber o que viria desmitificá-lo, certo?
Duas alternativas se faz presente para questionar essas boçalidades:
1.  Ele era um grande enganador, ou 
2.  Ele era um grande egocentrista.
Jogamos em uma terceira alternativa:
--- Ele foi um otário que permitiu tantas mentiras deslavadas.

Assim não o fora, impediria as asneiras escritas em seu nome no mais enganador livro registrado em pergaminhos destorcido por inúmeras permissivas manipulações.

VAMOS ÀS TAIS 10 PRAGAS, SEM MAIS DEMORA, E PREPARADOS PARA AS GARGALHADAS DE SEMPRE.




>> PRIMEIRA = As águas do Nilo se Tingem de Sangue.


A explosão do Vulcão Santorini espalhou cinzas por sobre o Egito. A lama e a fumaça que caíram sobre o rio torna quente a água do Nilo e provoca a reprodução descontrolada de algas pirrófitas que causam o fenômeno da maré vermelha colorindo as águas com cor de sangue.

>> SEGUNDA = Rãs Cobrem a Terra

          A intoxicação das águas faz com que as rãs e sapos fujam do rio, espalhando-se por toda a região.

>> TERCEIRA =  Mosquitos atacam homens e animais. Todo o pó do chão se transforma em mosquitos.


Com a morte de muitos animais, as carcaças podres proliferam grande quantidade de moscas, além delas existe também naquela região o maruim, piolhos.

>> QUARTA= Moscas escurecem o ar e atacam homens e animais:

        Outro tipo de inseto, a mosca dos estábulos, transforma-se em praga, atacando todo tipo de mamífero que encontra.
>> QUINTA =  Uma peste atinge os animais:

          A peste equina africana e a peste língua-azul, doenças transmitidas pelo maruim, mataram a maioria dos mamíferos.

>> SEXTA = Pústulas cobrem homens e animais
       O mormo, uma doença equina que também ataca o homem, é transmitida pela mosca dos estábulos provocando úlceras na pele.


>> SÉTIMA =  Chuva de granizo destrói plantações:
O granizo pode cair nas regiões desérticas do Mediterrâneo, embora seja um fenómeno relativamente raro. Misturado com raios, da a ilusão de ser saraiva. Também se supõe que proveio do encontro entre uma massa de ar quente e uma massa de ar fria que causa ventos, chuva forte, ou tempestades eléctricas, que os egípcios poderiam interpretar como chuva de fogo.


>> OITAVA =  Nuvem de gafanhotos ataca planta

Após a tempestade, os ventos fortes mudaram o curso dos gafanhotos etíopes.


>> NONA =  Escuridão encobre o Sol por três dias


Uma tempestade de areia pode durar dias e é capaz de encobrir completamente a luz do Sol. É possível que o mesmo fenómeno que ocorreu com os raios tenha encoberto o Sol, devido às correntes de areia do deserto do Saara levantadas pelo vento.


>> DÉCIMA =  Os primogênitos de homens e animais morrem.


Com a escassez de alimentos, causada pela morte dos animais e peixes e a devastação das plantações.  Cereais eram guardados em celeiros, ou abaixo da terra para serem protegidos da contaminação, mas já estavam contaminados por vestígios dos gafanhotos e/ou moscas dos estábulos, e junto com o forte calor os grãos podem desenvolver um tipo de fungo altamente tóxico. Como no Egito antigo os primogénitos (tanto humanos quanto dos animais) tinham a preferência na alimentação, uma tradição no Egito antigo, tanto para homens quanto para animais(recebiam a primeira porção, logo a mais contaminada por ser mais vulnerável, e uma porção extra no final) como eram muitas toxinas, era possível a morte dos primogênitos.


EIS AS "FAMOSAS" 10 PRAGAS.  
A PERGUNTA QUE SE FAZ -- E COMO DIZEMOS HOJE, VALE 1 MILHÃO DE DÓLARES --   É EXCESSIVAMENTE SIMPLES:

C0M0 UM TAL "SENHOR" TIDO COMO ABSOLUTO, CRIADOR DE TODAS AS COISAS EXISTENTES (E -- DIZEM -- POR VIR A EXISTIR) CONSIDERADO COMO onisciente, onipresente, onipotente PODERIA DESCONHECER ESSAS VERDADES?

SIMPLES, MUITO SIMPLES É A RESPOSTA:

OS 72 SACERDOTES (quando do Cativeiro da Babilônia) QUE DURANTE 72 DIAS ESCREVERAM ESSAS ASNEIRAS NÃO ESTAVAM PREOCUPADOS -- OU ESQUECERAM DE --  EM IMPINGIR O RÓTULO DE DEMENTE AO "SENHOR" LÁ DELES.
POR BOÇALIDADE JOGARAM O "MAGNÂNIMO" DELES À UMA ENFERMIDADE TÃO CONHECIDA PELA MEDICINA ATUAL:    

Mal de Alzheimer.



PELO SIM, OU PELO NÃO, O FATO QUE O FARAÓ RAMSÉS II
DEIXOU AQUELE POVO ESTRANHO À SUA CULTURA PARTIREM SEM MAIS DELONGAS. 

E, ENTÃO, DÁ-SE INÍCIO A UMA VIAGEM DE 40 ANOS, QUANDO PODERIA SER FEITA, NO MÁXIMO, EM 2 ANOS.
(Uma questão intrigante: Por que em 40 anos, e não em 2 anos?  A resposta evidente:  40 é um número cabalístico.  e 2 nunca fora e não o será NUNCA.)

Leiam, na próxima postagem, essa viagem ao longo de 40 anos, e descubram as mais novas asneiras do Mágico Iavé e seus infelizes obreiros: o gago Moisés e o seu irmão Aarão.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

A "ESPLENDOROSA" LENDA DE MOISÉS
== Parte 2 ==

Como vimos na postagem anterior, umas centenas de hebreus emigraram para o Egito Antigo, em decorrência das enormes secas e as significativas escassezes de alimentos na Palestina, onde foram bem recebidos pelos hicsos, povo que na época dominava o norte da região.  Durante esse período, os hebreus permaneceram  por cerca de 400 anos.
   Com a expulsão dos hicsos pelos egípcios,  por volta de 1580 a.C., os hebreus tornaram-se escravos da nova administração faraônica. Junto à eles, remanescentes dos hicsos e outros povos oriundos da Mesopotâmia. 
   A convivência natural entre esses povos escravizados fez com que informações históricas dos hicsos fossem relatadas aos hebreus.   Entre essas informações, uma era fantástica:  contava a estória de um guerreiro -- que tornou-se o primeiro imperador dos  hicsos -- o heroico guerreiro SARGÃO. (Vejam a estória de SARGÃO, usada pelos escribas hebreus para moldar o mito Moisés, em nossa postagem anterior.)
   Com a profunda crise ecológica que se abateu sobre o Egito: excessiva seca em decorrência da carência de chuvas na cabeceira do rio Nilo, o Egito sentiu necessidade de reduzir sua população.  A primeira atitude tomada foi a de permitir o êxodo de grande parte de sua população excessiva, ou seja, HEBREUS, HICSOS, e os demais povos escravizados oriundos do oeste do delta do Nilo.

OS HEBREUS RETORNAM ÀS SUAS TERRAS.

   Ao retornarem às suas terras, os nômades hebreus procuraram precariamente se organizarem em busca de uma -- ainda que precária -- administração política e social.  Buscaram reunir as suas inúmeras tribos em clãs.  Cada clã deveria ser estabelecida e chefiada pelo seu patriarca, ou seja: pelo o mais velho daquela determinada tribo.
   E assim se estabeleceram, precariamente, em 12 tribos. E buscaram naquelas terras, inférteis, sobreviverem.
   Uma fatalidade ocorreu.  Sua fragilidade, somada à sua posição geográfica -- suas terras encontravam-se exatamente na rota do comércio do CRESCENTE FÉRTIL -- foi alvo de inúmeros ataques.
  A primeira invasão e completo domínio deu-se pelos egípcios.
  Os hebreus acabaram sendo levados para o Egito. 
  Como vimos em postagem anterior, já havia naquela região uma quantidade significativa de hebreus que lá chegaram movidos pela grande escassez de alimentos em suas terras.
  A sua enorme proliferação fez com que os egípcios em determinada instância começassem a usá-los como mão-de-obra barata e após como escravos.
  O faraó, anterior a Ramsés II  -- Ramsés I , ordenou inicialmente que as parteiras hebreias fizessem com que os recém nascidos machos fossem aniquilados, e que as fêmeas fossem poupadas.  
  As tais parteiras temerosas à já conhecida ira do seu deus -- o mágico Iavé -- não acataram à tal determinação.
Uma delas, mais criativa, colocou um bebezinho em um cesto de junco e o fez vaguear pelo Nilo à fora. 
  Foi então que a filha do Faraó, desejosa de banhar-se no tal rio, acabou por vendo o cestinho, ordenou que recolhessem o bebê e deu-lhe a uma serva hebreia para amamentá-lo, mimá-lo e criá-lo como um egípcio.
  O tal bebê cresceu, educou-se sob a devida proteção da princesa.  Tornou-se um mancebo magnífico, conhecedor de todos os elevados mistérios egípcios: Medicina, Geologia, Agricultura, Astronomia e etc. e tal.
Vai daí que se torna um mais que verdadeiro egípcio.
  Certo dia vendo um escravo hebreu ser maltratado, revolta-se.
  E dá início a sua magnânima fuga, arrastando consigo dezenas de milhares de hebreus.
UMA CÓPIA FIEL AO JÁ CITADO SARGÃO QUE O ANTECEDEU 2.000 ANOS ANTES. (Vejam nossa postagem anterior).

  Porém antes da "esplendorosa" fuga tem a magnânima intervenção do mágico Iavé. 
  Eis que ele aparece, nesse exato momento, em toda a sua pompa e circunstância.
Vamos ler o que o sacrossanto livro enferrujado nos diz.

EXODUS - Capítulo 3.

Versículo 1.  -- Moisés estava pastoreando o rebanho do seu sogro Jetro, sacerdote de Madiã. Levou as ovelhas além do deserto  e chegou ao Horeb, a montanha de Deus.
Versículo 2. -- O anjo de Iavé apareceu a Moisés numa chama de fogo do meio de uma sarça. Moisés prestou atenção: a sarça ardia no fogo, mas não se consumia.
Versículo 3. -- Então Moisés pensou: " Vou chegar mais perto e ver essa coisa estranha: por que será que a sarça não se consome?"
Versículo 4. -- Iavé viu Moisés que se aproximava para olhar.  E do meio da sarça Deus o chamou: "Moisés, Moisés!"  Ele respondeu: "Aqui estou". 
Versículo 5. -- Deus disse: "Não se aproxime.  Tire as sandálias dos pés, porque o lugar onde você está pisando é sagrado".
Versículo 6. -- E continuou: "Eu sou o Deus de seus antepassados, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac, o Deus de Jacó".  Então Moisés cobriu o rosto, pois tinha medo de olhar para Deus.


Versículo 7. -- Iavé disse: " Eu vi muito bem que está no Egito. Ouvi seu clamor contra seus opressores, e conheço os seus sofrimentos.
Versículo 8. -- Por isso, desci para libertá-lo do poder dos egípcios e para fazê-lo subir dessa terra para uma terra férftil e espaçosa, terra onde corre leite e mel, o território dos cananeus, heteus, amorreus, ferezeus, haveus e jebuseus.
Versículo 9. -- O clamor dos filhos de Israel chegou até mim, e eu estou vendo a opressão com que os egípcios os atormentam.
Versículo 10 -- Por isso, vá.  Eu envio você ao Faraó, para tirar do Egito o meu povo, os filhos de Israel.

  Foi quando então o Moisés, depois de ouvir esse lenga-lenga, olhou bem nos olhos do mágico Iavé, depois de limpar o resto de terra que lhe cobria parte do rosto, e disse ainda que um tanto gago, seu defeito de nascença:

-- "Me diga uma coisa, meu camarada.  Você depois de ludibriar o coitado do Noé com aquela balela que você chamou de dilúvio, quando sabia que era puro e simplesmente um degelo, o fez construir a tal da arca, e o que é pior o obrigou a sair catando por essa maldita terra a fora milhões de machos e fêmeas de animais, aves, insetos...  Você que forçou o pobre do Abraão a esfolar o filho único, com a desculpa esfarrapada de testar a sua fé... Você que utilizando-se de uma chuva de meteoritos, mentiu sobre a destruição de Sodoma e Gomorra, dizendo que as destruía por não encontrar entre os seus habitantes -- inclusive os recém-nascidos -- um único não pecador...  Você... Você agora vem me dizer com essa cara lavada que tão somente agora ouviu o clamor de meus irmãos hebreus?..."
   O mágico Iavé, tornando-se cada vez mais verde de vergonha, quis interrompê-lo, mas o Moisés continuou:
--" Bem sei que você vai inventar uns subterfúgios para dizer que o Faraó  (que você sequer conhece o seu nome) Ramsés II, tem um coração mole e que você endurecê-lo".
-- "Vai me usar, inventando uma porrada de "pragas".
Saiba você, seu mágico de merda, que tudo o que propor os egípcios o sabem de cor e salteado."
... E tem mais:  vários dos meus irmãos já saíram do Egito.  E eu também o farei, com um bom número, sem nenhuma das suas invenções mágicas.  Saiba que eu conheço o deserto e maneiras de sobreviver à ele, sem a suas idiotas mágicas!"...
-- "Estamos entendidos?"...
   Então o mágico Iavé subiu novamente em sua nuvem de fumaça escura e desapareceu tossindo de ódio.
   Depois de um certo tempo retornou.  Demostrava mais brandeza. Estava, como se diz hoje, polido politicamente. Pigarreou, antes de dirigir-se a Moisés.
-- "Olhe aqui, meu jovem, me escute bem o que vou lhe dizer, e os meus escribas -- não sei bem qual deles, ou quantas centenas deles  -- registrarão em uns pergaminhos que se transformarão em um livro predestinado a best-seller."
    Moisés botou a mão em concha no ouvido direito e disse:
    -- "Besta o quê, meu Senhor?"
     O mágico Iavé, sapateou a ira, e gritou:  "-- Porra, Moisés!...  Além de gago é surdo?... Eu disse BEST-SELLER!... Uma expressão que eu aprendi com Noé, o tataravô do tataravô que foi o tataravô do tataravô do tataravô que foi também o tataravô do tataravô -- acho eu -- do tataravô do tataravô do seu tataravô... Mais ou menos isso.  Pois, então,  aquele saudoso Noé me ensinou umas palavras novas;  me disse ele, assimiladas de uns tais viajantes que se dirigiam à uma plaga chamada Babilônia."
   Moisés -- ainda mais idiotizado do que temeroso -- enfiou a cara no chão e disse quase sufocado:
   "Tá bem!... Tá bem!... Agora, me diga:  essa tal de Babilônia que o meu ancestral Noé lhe falou ficava para qual banda?  Norte, sul, leste, oeste, nordeste, noroeste, sudeste..."
   Então o mágico não conteve a paciência.  -- "Merda, Moisés!... E eu sei lá para que banda?... E o que interessa?... Me disse ele que por lá corria dois rios.  Um tal de Eufrates e um tal de Tigre.  E só para finalizar essa merda de diálogo com você -- antes de tratarmos o mais importante -- digo para você que esses dois rios já corriam pelos jardins do meu Éden.  Portanto tudo o que o Noé disse dessa tal de Babilônia foi sob o efeito da Mandrágora; aquela planta um tanto afrodisíaca, um tanto alucinógena, usada e abusada pelos seus tarados avós dos tataravós dos tataravós Esaú e Jacó e suas mulheres, noras e escravas. (sobre esta planta, veja nossa postagem de 28/9/2014: "A lenda dos gêmeos Esaú e Jacó - Parte 2)  
   Já terrivelmente cansado, Moisés uma vez mais limpou a terra da cara e disse, um tanto gaguejando:  -- Okay, okay.  Go a way!...
   E Moisés continuou a dialogar com o mágico Iavé, gaguejando e tentando entender a tal da língua inglesa expressa pelo mágico macarronicamente.
    Tal diálogo, criado por 72 escribas hebreus em 72 dias quando do cativeiro da Babilônia, redimensionado por tal de Esdras em 389 a.C, sofreu inúmeras manipulações quando das suas centenas traduções e reescritas.
     Por fim, a coisa é essa que editamos, como já vimos fazendo anteriormente, e continuaremos a fazê-lo.
     Vamos, então, às asneiras.

Continuação de: EXODUS - Capítulo 3.

Versículo 11 -- "Quem sou  eu para ir até o Faraó e tirar os filhos de Israel de lá do Egito?"
Versículo 12 -- Deus respondeu: " Eu estou com você, e este é o sinal de que o envio:  quando você tirar o povo do Egito, vocês vão servir a Deus nesta montanha". (Aqui o escriba que elaborou essas pérolas omite o nome da "montanha".  Mas depois outro escriba informa aos sequiosos curiosos que se trata do monte Horeb, também chamado de Sinai. Em quem confiar se foram 72 os tais sacerdotes escribas que elaboraram em 72 dias essa colcha de retalhos chamada Pentateuco.)
Versículo 13 -- Moisés replicou a Deus:  "Quando eu me dirigir aos filhos de Israel, eu direi: `O Deus dos antepassados de vocês me enviou até vocês `; e se eles me perguntarem: `Qual é o nome dele?` O que é que eu vou responder?" 

Versículo 14 -- Deus disse a Moisés: "Eu sou aquele que sou".  E continuou: "Você falará assim aos filhos de Israel: `Eu Sou me enviou até vocês` ".

Versículo 15 -- Deus disse ainda a Moisés: "Você falará ainda assim aos filhos de Israel:  `Iavé, o Deus dos antepassados de vocês, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac, o Deus de Jacó, foi quem me enviou até vocês` . Esse é o meu nome para sempre, e assim eu serei lembrado de geração em geração".

Versículo 16 --  "Vá , reúna os ancião de Israel, e diga a eles: `Iavé, o Deus dos antecepados de vocês, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac, o Deus de Jacó, ele me apareceu e disse:  Eu vim ver vocês e como estão tratando vocês aqui no Egito".

Foi quando o tal de Moisés não suportou mais as besteiras demagógicas do tal mágico Iavé.  Procurou ajeitar o máximo possível suas vestes e soltou a sua gagueira:

-- Só me diga uma coisa, senhor meu.  Você levou uma porrada de tempo para enxergar o nosso sofrimento, certo?...  Posso saber em que bosta você estava chafurdando? 
-- Não que lhe dar satisfação alguma, certo?  Mas como meu projeto de minha própria sobrevivência depende um tanto de você, seu ousado, vou simplesmente que eu estava chegando a veracidade de uns tantos Édens, umas tantas criaturas feitas de barro e costelas que fugiram ao meu controle.  Está satisfeito?...  Agora, mãos à obra!...
O infeliz e gago Moisés, não podia outra coisa acontecer, capitulou.  Desmoronou-se.
Mas ainda replicou:

EXODUS - Capítulo 4.

Versículo 1.  -- " E se eles não acreditarem em mim, nem fizerem caso, dizendo: `Iavé não apareceu a você?`
Versículo 2. -- Iavé peguntou-lhe: "O que você tem aí na mão?"   Moisés lhe respondeu: "Uma vara"
Versículo 3.  --  Então Iavé lhe disse: "jogue-a no chão".  Moisés jogou a vara no chão e ela se transformou em cobra.  Moisés, assustado, saiu correndo.

Versículo 4.  -- Iavé disse a Moisés: " Estenda a mão e pegue-a pela cauda".  Ele estendeu a mão, pegou-a pela cauda e ela se transformou em vara.

Versículo 5.  -- Então Iavé disse: "Isto é para acreditarem que Iavé, o Deus dos antepassados deles, o Deus de Abraão, o Deus de Isaac, o Deus de Jacó, apareceu a você.

  Aí, o gago Moisés levantou a cara do chão, limpou-a e um tanto quanto a enxovalhada túnica, ainda que ajoelhado e excessivamente trêmulo, disse temeroso:
-- Me perdoe, amado meu senhor... E por favor não se irrite, tá legal?... Mas por que exatamente eu, que não nada tenho a ver com as pescarias dos peixes que vem nas redes do Nilo?  Com os baldes de leite que vem das ordenhas das cabras, das vacas e das camelas?...  Por que eu?... Exatamente eu?
   O mágico Iavé coçou a barba -- um sinal característico que estava pensando em algo arrebentador-- .  Olhou firmemente para Moisés e trovejou:

Versículo 6.  -- "Coloque a mão no peito."  Moisés colocou a mão no peito; ao retirá-la, a mão estava leprosa, branca como a neve. 

Versículo 7.  -- Iavé lhe disse: "Coloque de novo a mão no peito".  Moisés colocou de novo a mão no peito e, ao retirá-la, ratava normal como o resto do corpo.

Versículo 8.  --  E Iavé disse; " Se eles não acreditarem e não fizerem caso de você no primeiro sinal, acreditarão em você no segundo.


Versículo 9.  -- Se não acreditarem nem fizerem caso de você em nenhum dos dois sinais, pegue a água do rio Nilo e derrame-a na terra seca: a água que você pegar do rio se transformará em sangue sobre a terra seca".

AQUI INICIA-SE AS "FANTÁSTICAS" PRAGAS SOBRE O EGITO. 
DEZ em sua totalidade.
Entre essas: 3 lançadas pelo próprio mágico Iavé;  3 lançadas por Moisés e seu irmão Aarão; 4 lançadas pelo gago Moisés.
MAIS UMA VEZ O NÚMERO 7 DA IDIOTA CABALA SE FAZ PRESENTE.
E TEM OUTROS NÚMEROS.  CONFIRA:
3 - 10 - 40 e alguns outros mais.
Esses "lindos" números já apareceram em muitas de nossas postagens anteriores, e irão ressurgir em uma quantidade, sem limites, em outras próximas.
Permita-nos a sugestão, se vocês tiverem muita paciência: estudem a CABALA; vocês irão, sem dúvida alguma -- desculpem-nos -- se cagar de rir.

Vamos desmistificar, sob a ótica das muitas pesquisas científicas efetuadas, uma a uma, essas engraçadíssimas "PRAGAS".

SEM QUERER FAZER SUSPENSE (e mesmo porque, sem intenção alguma,  estamos nos fazendo cansadíssimos), VAMOS NOS DIVERTIR UM POUCO MAIS NA PRÓXIMA POSTAGEM?

É vapt-vupt,  ALL RIGHT?